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#Post#: 18--------------------------------------------------
Os Mist�rios
By: GabrielSedlak Date: December 16, 2016, 7:09 am
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OS MIST�RIOS
O que � um mist�rio?
Mist�rio � um mist�rio, oras!, responde a maioria das pessoas,
desinformadas do real significado desta palavra, que se perdeu
no tempo e assumiu ares de ocultismo ou �coisa misteriosa�. Mas
a doutrina de Umbanda esclarece o que � um mist�rio, e mergulhou
no passado ancestral para devolver a esta palavra seu real
significado.
As oferendas n�o s�o um mist�rio em si mesmo, s�o apenas a
absor��o do poder ou ax� da divindade atrav�s de elementos, e
isto fazem v�rias religi�es.
As oferendas rituais atendem a necessidade do ser e das
divindades em compartilharem os alimentos consagrados, pois ceia
� sin�nimo de fraternidade, confraterniza��o e vida.
Agora, o que � ativado com a oferenda ritual, a� sim, � um
mist�rio.
Um mist�rio � algo intang�vel, mas que tem vida pr�pria e s�
precisa ser ativado pelo fiel.
As divindades s�o mist�rios de Deus e n�o existe um mist�rio que
n�o seja a manifesta��o de alguma divindade. Em Oxal�,
ENCONTRAMOS O MIST�RIO DA F�, e a f� � irradiada por ele o tempo
todo. Em Oxum, encontramos o mist�rio do Amor, e o amor �
irradiado por ela o tempo todo.
Bom, cada mist�rio vibra num padr�o especifico e basta nos
colocarmos conscientemente em sintonia vibrat�ria com ele para
que nos inunde com suas irradia�es.
Ent�o j� sabemos que os mist�rios vibram, cada um num padr�o
pr�prio, e os encontramos em nos mesmos, mas na forma de
sentimentos, certo? E que, para os ativarmos, basta que
estejamos vibrando intensamente o sentimento afim com cada um
deles. Se vibramos f�, somos inundados pelas irradia�es do
mist�rio da F�. E se vibrarmos amor, somos inundados pelas
irradia�es do mist�rio do Amor, pois estas irradia�es n�o
cessam nunca, e s� precisamos estar vibrando no mesmo padr�o
para recebe-las.
O fato � que na, doutrina de Umbanda, se estuda as divindades
recorrendo a analogia para identifica-las atrav�s dos mist�rios
que irradiam. Tamb�m se estuda o homem para descobrir com qual
ou quais mist�rios ele esta ligado, e descobrimos que,
vibratoriamente, podemos acessar mentalmente todos os mist�rios
de Deus, desde que estejamos irradiando sentimentos afins com as
irradia�es deles.
Para nos inundarmos com as irradia�es de f�, amor,
conhecimento, basta vibrarmos sentimentos de f�, amor e
conhecimento e direcionarmos nossa mente a Oxal�, oxum e Ox�ssi
e, no mesmo instante, nosso esp�rito imortal � envolvido pelas
irradia�es vibradas por estes Orix�s.
Um espirito , ainda que esteja no �paraiso�, se come�a a perder
sua f�, cai vibratoriamente e, se n�o a recuperar, poder� descer
at� as Trevas.
Outro, estando no �inferno�, se come�ar a vibrar f� em Deus,
poder� ascender �s esferas da luz.
Ent�o j� sabemos que os rituais de oferendas alimentares s�o
recursos leg�timos para estimular o ser numa dire��o bem
definida pelo pr�prio ritual e servem para ajudar o ser a se
concentrar e ativar um mist�rio.
Mist�rio � isto: algo que existe por si s� e est� � disposi��o
de todos, desde que entrem em sintonia vibrat�ria com o padr�o
por onde ele flui o tempo todo.
Com todos os mist�rios ocorre a mesma coisa: se nos
sintonizarmos vibratoriamente com eles, tanto receberemos suas
irradia�es divinas como nos tornaremos irradiadores deles. Se
isto acontece, � porque fomos feito � imagem e semelhan�a de
Deus e , guardadas as propor�es, somos micro-irradiadores dos
Seus mist�rios divinos.
Ent�o a doutrina de Umbanda v� o homem como ser feito � imagem e
semelhan�a de Deus e portador dos mist�rios divinos concernentes
� esp�cie humana.
Assim um m�dium dotado de varias faculdades medi�nicas precisa
passar por um aprendizado durante o qual ir� se aperfei�oar e se
colocar em sintonia vibrat�ria com as divindades portadoras dos
mist�rios que ele esta apto a manifestar.
O m�dium tem de fortalecer cada vez mais sua f� em Deus, pois s�
assim ele, o micro, ser� uma individualiza��o do macro e
irradiar� horizontalmente o que lhe chega na vertical, ou do
alto!
O estudo das divindades nos d� o conhecimento necess�rio para
identificarmos com qual delas um m�dium est� ligado. E,
descobrindo isto, s� precisamos estimula-lo a se aperfei�oar e
direciona-lo conscientemente no sentido do seu dom ou mist�rio.
O resto ele far� por si, pois traz em si mesmo a centelha divina
que crescer� a partir de seu intimo e sustentara suas
irradia�es de amor, f�, justi�a, criatividade...
O homem n�o � um ser perfeito em si mesmo, mas, por ser uma
centelha divina portadora dos mist�rios de Deus, passa ent�o por
aperfei�oamentos conscienciais que o tornam manifestador dos
mist�rios divinos herdados do seu Divino Criador.
Assim, como o homem-carne herda as caracter�sticas gen�ticas de
seu pai, tamb�m homem-carne, homem-espirito herdou de Deus os
mist�rios divinos, todos eles armazenados na centelha divina que
o anima e o sustenta vivo, vibrante, irradiante e pensante.
Em Deus est� a origem, meio e fim de todos os mist�rios.
Uma divindade tanto manifesta quanto guarda em si mesma um ou
v�rios mist�rios. Logo, mist�rio e divindade s�o sin�nimos de
algo que pertence a Deus e � indissoci�vel Dele, pois s� Nele
encontra sua origem, sustenta��o e finalidade.
Sim, a finalidade de todo mist�rio e divindade � facilitar, de
alguma forma, nosso crescimento interior, nossa evolu��o
individual ou coletiva e nossa ascens�o vibrat�ria.
Por isso citamos o caso da oferenda ritual e dissemos que n�o
s�o mist�rios, mas sim chaves que ativam mist�rios de Deus. E
tamb�m citamos o homem feito a imagem e semelhan�a de Deus, como
um portador natural de dons an�logos aos mist�rios divinos.
Existe um orix� Ox�ssi, que � o irradiador de muitos ou todos os
mist�rios �vegetais� de Deus, e tamb�m existem esp�ritos que
respondem pelo nome simb�lico Sete Flechas que s�o irradiadores
de um ou v�rios mist�rios do orix� Ox�ssi. D�o continuidade �s
hierarquias divinas, ocupando seus graus vibrat�rios humanos,
pois s�o esp�ritos e s�o humanos.
Os Orix�s s�o mist�rios de Deus e nunca os conheceremos em sua
totalidade. Mas o estudo dos mist�rios vai nos mostrando onde e
como eles atuam.
Muito se tem escrito sobre os mist�rios �Eleusis�, os mist�rios
�Eg�pcios�, os mist�rios da T�bua de Esmeralda e etc. Mas a
nenhum estudioso ocorreu que os orix�s s�o todos esses mist�rios
naturais, ocultados por rituais religiosos, normalmente fechados
aos n�o iniciados.
As castas religiosas guardavam a sete chaves os modos de ativar
estes mist�rios ou suas chaves rituais, assim conservavam em
suas m�os o poder e controlavam a mente e os cora�es dos seus
fi�is.
Mas, em se tratando de religi�o e de comportamento humano, nada
de novo surgiu na face da terra desde o desaparecimento dos
antigos mystas, magos e hierofantes e, assim, os que aprendem um
pouco mais, sobre os mist�rios, logo se cobrem de forma a
impressionar as massas de fi�is, achando-se superiores aos
comuns mortais.
Mas a verdade � que os t�o procurados mist�rios de Eleusis, da
T�bua de Esmeralda ou dos mist�rios eg�pcios, est�o ocultados
por tr�s dos nomes simb�licos usados pelos esp�ritos guias de
Umbanda e foram conservados em suas ess�ncias pelos orix�s. S�o
as mesmas divindades invocadas pelos mystas, pelos magos, pelos
hierofontes, pelos cabalistas, s� que mostravam com outras
apar�ncias em virtude de outras culturas e etnias ou humanizarem
para melhor serem cultuados... e ocultados.
A verdade � que as divindades maiores ou planet�rias s�o s� umas
poucas e sempre foram as mesmas, mas possuem in�meras
hierarquias e recorrem a elas quando precisam atender a um povo,
ou mesmo a um numeroso grupo de esp�ritos afins e no mesmo n�vel
evolutivo. A� a hierarquia intermedi�ria escolhida acerca-se de
esp�ritos confiados a ela, e abre ao plano material o seu
mist�rio intermedi�rio, que atraira todos os esp�ritos afins nos
dois planos da vida. Assim surge na face da terra uma nova
religi�o ou uma seita dissidente de uma religi�o j� existente e
muito antiga.
Deus sempre renova antigas divindades e antigos mist�rios e os
adapta �s nossas necessidades atuais.
Atentem para isto e entender�o que os antigos mist�rios, famosos
mas desconhecidos de todos, na verdade est�o renovados, e dentro
do Ritual de Umbanda.
Divindades naturais, orix�s e mist�rios de Deus s�o sin�nimos.
N�o ser� fundamentado nas lendas e em um intelectualismo sofista
que o Ritual de Umbanda concretizar�, no plano material, os
conhecimentos fundamentais que sua doutrina precisa transmitir
aos m�diuns, manipuladores dos mist�rios dos orix�s, invocados
nos trabalhos pr�ticos atrav�s dos nomes simb�licos adotados
pelo Ritual de Umbanda.
Quando um m�dium invoca um orix�, Xang� por exemplo, tanto pode
chamar pelo Senhor da Justi�a Divina, o orix� maior, como pode
invocar o regente de um dos mist�rios da Justi�a Divina, Xang�
das Pedreiras, por exemplo. Logo, a hierarquia existe, � ativa e
ocupa todos os n�veis vibrat�rios das irradia�es da Justi�a
Divina.
�s vezes os m�diuns encontram dificuldades para interpretarem
corretamente os nomes simb�licos dos orix�s intermedi�rios, j�
que lhes falta este conhecimento, que n�o esta a disposi��o em
livros que abordam os orix�s. Por isto recomendamos estudarem
com aten��o os nomes simb�licos das linhas de caboclos e de
exus, pois estes s�o as chaves para os mist�rios ocultados pelos
nomes simb�licos dos orix�s intermedi�rios.
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